Outubro é quando as locadoras que trabalham com o RAC querem crescer no verão “fecham o jogo”. A alta temporada (novembro a janeiro) premia quem antecipa demanda, padroniza processos e vende valor. O objetivo é direto: menos rupturas, mais ocupação e margem estável.
Três frentes precisam conversar diariamente: previsão de demanda, disponibilidade de frota e política comercial. Quando o comercial vende médio prazo com SLA claro e o operacional amarra checklists com evidência fotográfica e telemetria ativa, o pico vira previsibilidade.
Alta temporada é tema de negócios porque o custo de oportunidade explode com fila, veículo parado e contrato mal qualificado. Não basta ter carros; é ter o mix certo, no lugar e preço certos.
Comercialmente, faça “reserva antecipada”, garantia de preço e opção de upgrade. A ancoragem funciona quando o cliente percebe risco real de indisponibilidade, e quando o canal digital mostra disponibilidade por período e local, com CTA direto para WhatsApp.
Pessoas sustentam processos. Treine equipe para picos, roteirize respostas e padronize atendimento para evitar variação por turno. Outubro é hora de reciclar operação, comercial e jurídico.
Resultado: alta temporada que cabe no caixa. Entrar em novembro com frota saudável, política transparente e serviço sem atrito rende mais diárias, menos perdas e reputação que converte. Outubro é a janela para alinhar pessoas, tecnologia e políticas internas. O retorno aparece na ocupação, no ticket médio e na segurança.
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