Carros elétricos causam uma mudança de operação: recarga, disponibilidade, comportamento do cliente, manutenção e desinvestimento passam a ter regras próprias. Em 2026, os eletrificados já começam o ano com participação relevante nas vendas (15% em janeiro, segundo a ABVE), e isso puxa demanda por experiência, informação e disponibilidade na ponta.
O primeiro erro de muitas locadoras é colocar o elétrico na frota sem redesenhar o básico: logística de recarga, critérios de entrega e política de devolução. Elétrico precisa de “processo simples”: o que o cliente recebe, como ele recarrega, o que acontece se devolver com bateria baixa, quais pontos de recarga são recomendados e como acionar suporte. Isso reduz atrito, aumenta satisfação e protege o ativo.
O segundo ponto é disponibilidade. O elétrico muda a conta do tempo parado. Se você não tiver rotina de recarga (ou parceiros/infra) e controle de turnos, a frota fica indisponível por motivo bobo. A regra é tratar recarga como parte do fluxo do pátio, igual higienização e checklist: entra, confere, recarrega, libera. Sem isso, você “tem carro”, mas não tem carro disponível.
O terceiro ponto é risco e custo. Elétrico exige disciplina em checklists e evidência fotográfica, porque a discussão de avarias é mais sensível. Some isso à necessidade de treinar equipe para explicar tecnologia sem criar insegurança (“bateria”, “autonomia”, “carregador”, “modo de condução”). Quem educa bem o cliente reduz chamadas, evita devolução precoce e melhora NPS.
Onde a ABLA entra? O setor cresce e profissionaliza rápido (Anuário 2025 mostra faturamento bruto de R$ 52,9 bi em 2024 e frota com idade média de 17,4 meses), então a vantagem está em dados e capacitação: acompanhar conteúdo técnico, benchmarks e treinar equipe via UNIABLA ajuda a padronizar operação e escalar com qualidade.






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